Negar o que sentia foi à primeira atitude a ser tomada. Um tanto infantil eu admito, mais naquele momento o que eu menos queria era dar o braço a torcer. Fora atingido pela flecha do nosso amigo peralta.
Qual seria a melhor saída? Acreditei que seria reconhecer e cultivar a amizade construída, mesmo que superficialmente, no decorrer dos três meses de contato diário.
Continuamos a manter contato, com menos freqüência, mais o vínculo permanece seis meses depois. Ainda hoje, sinto “borboletas no estômago” ao escutar sua voz, porém não posso fazer nada além do que já fiz. Uns diriam: – Vá a luta! Continue tentando! Quem sabe um dia… Tudo ao seu tempo.
Qual seria o porque desse tópico? Simples! Ontem foi seu aniversário e com um flash back repassei esse momento.
Por enquanto sigo em frente na esperança de no futuro (próximo) encontrar alguém, para de mãos dadas continuar a viver.
Ok! Ok! Chega de ser dramático. Vamos rir um pouco!
Navegando pela internet, especificamente no youtube, encontrei nosso amigo cupido. Estaria eu sendo injusto com ele?